Transpetro aumenta oferta de marítimos

0
397
IMPRIMIR

Na coluna Rio Marítimo (NET MARINHA), o jornalista Sérgio Motta Barreto revela que volta a  polêmica sobre a falta ou não de oficiais da marinha mercante. Segundo a coluna, o Sindicato dos Armadores (Syndarma) apresentou estudo da Universidade de São Paulo, confirmando a escassez e, em seguida, o Sindicato dos Oficiais de Marinha (Sindmar) levou ao público análise, da UERJ, com resultado oposto.

 

A Marinha a sofisticada consultora Schlumberger, com patrocínio da Transpetro, com conhecimento de Syndarma e Sindmar. O Syndarma considera que o estudo comprovou falta atual de 920 profissionais, enquanto o Sindmar julgou que, com fim de participação de marítimos em unidades afretadas pela Petrobras, anunciado após a elaboração do estudo, havia fato novo do mercado, após a conclusão do estudo.

 

O mais recente encontro ocorreu na última quinta-feira, na Câmara dos Deputados, novamente com posições discordantes. Texto da Agência Câmara concluiu: “ Trabalhadores e armadores discordaram sobre a situação do mercado de trabalho”, pois nem de longe houve consenso.

 

Mas um fato especial surge no mercado: a Academia Transpetro. Em convênio assinado com a Marinha do Brasil, através da Fundação de Estudos do Mar (Femar), a Academia Transpetro vai custear a formação 400 oficiais por ano, sendo 200 no Rio de Janeiro e 200 em Belém (PA). É claro que a formação demora quatro anos, mas a partida foi dada pelo presidente da Transpetro, Sérgio Machado, na aula inaugural do Rio. Em setembro, serão iniciadas as turmas em Belém. Assim, em vez de 800 novos oficiais por ano, em breve o mercado contará com 1.200 profissionais. A estruturação da Academia Transpetro foi feita por Eduardo Bastos, ex-diretor geral para a América do Sul da V. Ships, maior empresa do mundo em gerenciamento de frotas.

Além de formação, a nova academia está retreinando pessoal da própria Transpetro, mas o dado importante, no momento, é a formação de mais oficiais.