Pré-sal atinge maior produção de óleo e gás

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Já a Petrobras se mantém como a maior produtora do país. A estatal respondeu, no mês passado, por 71,36% de todo o volume de óleo e gás extraído no Brasil. Em seguida, na lista de maiores produtores do mercado brasileiro, vêm a anglo-holandesa Shell (12,1%) e a Petrogal (3,6%), uma sociedade entre a portuguesa Galp e a chinesa Sinopec.

A produção nacional de óleo e gás caiu 0,44% em setembro, em relação a agosto, para 3,839 milhões de barris diários de óleo equivalente (BOE/dia), segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Este foi o segundo mês consecutivo de baixa no indicador. Na comparação anual, por outro lado, houve um aumento de 3,9% nos volumes, sustentado, sobretudo, por novos recordes do pré-sal.

Ao todo, a extração na camada abaixo do sal foi de 2,85 milhões de BOE/dia em setembro, um crescimento de 2,9% em relação ao mês anterior e de 10% na comparação anual. A produção no pré-sal representou 74,1% da produção nacional – o maior percentual da história.

O aumento gradual (ramp-up) do FPSO (plataforma flutuante) Carioca, que entrou em operação em agosto, no campo de Sépia, ajuda a explicar, em parte, a marca histórica das operações no pré-sal.

Segundo a ANP, a produção acumulada no pré-sal, desde a descoberta de Tupi (ex-Lula), em abril de 2009, soma 5,02 bilhões de barris de óleo equivalente. Esse número já ultrapassou, por exemplo, toda a produção acumulada em campos terrestres desde 1941, de 4,96 bilhões de barris óleo equivalente.