O obscuro ocaso do carvão

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Mineiros rumanos empurram uma carruagem de carvão na localidade de Petrila / DANIEL MIHAILESCU (AFP)

Apaga-se a luz do carvão na Europa. Os míticos gueules noires (caras negras, mineiros) vão limpando seus rostos. Esses homens, que foram essenciais no século XIX para a prosperidade econômica e as conquistas sindicais da Inglaterra, França, Polônia, Alemanha ou Espanha, se desvanecem como sombras de ferrugem.

O Reino Unido fechará suas fábricas de carvão em 2025 porque o mundo, ou pelo menos parte dele, não quer continuar queimando um combustível tão poluente. Tanto é assim que este ano o consumo nas centrais térmicas cairá no planeta, segundo o think tank norte-americano Institute for Energy Economics and Financial Analysis (IEEFA), entre 2% e 4% adicionais, depois de ter alcançado seu máximo em 2013. Ao mesmo tempo, consciente de seu futuro, Inglaterra e Espanha perderam dezenas de milhares de mineiros nas últimas décadas.

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