Coronavírus: praticagem pede proteção à Anvisa

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A Praticagem do Estado de São Paulo solicitou às agências marítimas e armadores informações sobre a existência de tripulantes de navios provenientes de regiões de risco com sintomas do coronavírus / Foto José Rodrigues

Mesmo após ter sido descartada a presença do coronavírus (Covid-19) no navio chinês Kota Pemimpin, que atracou em 19 de fevereiro no Porto de Santos, a praticagem do estado de São Paulo alertou sobre o risco de o prático vir a se tornar vetor de transmissão da doença. Isso porque ele é o primeiro profissional a embarcar no navio para realizar a manobra de entrada no porto.

De acordo com o presidente da Praticagem-SP, Carlos Alberto Souza Filho, tem havido uma interpretação distorcida sobre o regulamento sanitário internacional, do qual o Brasil é signatário. Ele explicou que, pelo protocolo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a entrada ao porto não está inclusa na livre prática, autorização para o navio entrar no porto e operar carga e descarga.