Yara inaugura linha de transmissão de energia para o Distrito Industrial do Rio Grande

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Investimento de R$ 23 milhões permitirá aumento no abastecimento energético do distrito industrial da cidade e ajudará no desenvolvimento da região

Como parte dos aportes da Yara em Rio Grande (RS), que contemplam a ampliação e modernização do Complexo de produção, mistura e expedição de fertilizantes, e com a premissa de apoiar o desenvolvimento da região e de toda a cadeia produtiva do Polo Industrial de Rio Grande, a empresa entrega, nesta quinta-feira (22), uma moderna linha de transmissão de energia, que garantirá mais 50 megawatts de capacidade elétrica para o município.

Com investimentos de R$ 23 milhões, a obra, que durou três anos, possui 24 quilômetros de extensão, iniciando em uma subestação da CEEE e passando por parte das áreas urbana e rural de Rio Grande e do Distrito Industrial. A Yara utilizará 18 megawatts, enquanto os outros 32 beneficiarão toda a cadeia produtiva e a população local.

“Como parte das entregas que envolvem a ampliação do nosso Complexo de Rio Grande, construímos a linha de transmissão, que ampliará a oferta energética na cidade, beneficiando não só a nossa empresa, mas também todas as outras indústrias e a população local.

O principal benefício desta obra é a possibilidade futura de ampliação, o que permitirá que mais empresas invistam no Porto e no Distrito Industrial de Rio Grande, sobretudo grandes corporações, que demandam uma quantidade expressiva de energia para as atividades.

Desta forma, a construção da linha de transmissão ajudará no desenvolvimento da cidade e de toda a região”, disse Lucas Elizalde, diretor de Operações da Yara para a Região Sul.  Como parte do protocolo da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), linhas de transmissão construídas por empresas privadas são doadas, ao término da implantação, à concessionária local de energia – no caso de Rio Grande, a CEEE será a responsável pela operação. Toda a construção foi realizada seguindo os protocolos sanitários e ambientais, além das licenças obrigatórias.

Sobre o novo Complexo de Rio Grande 

 Com aportes de R$ 2 bilhões, as obras no Complexo de Rio Grande estão no estágio da curva de crescimento de volume operacional, em que o volume de produção vai aumentando gradativamente até atingir a capacidade máxima da planta, o que deve ocorrer até o final deste ano. O Complexo será o maior e mais moderno parque de produção e de mistura de fertilizantes na América Latina. A capacidade será ampliada e o volume de granulação de fertilizantes passa de 750 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas por ano.

A unidade aumentará, ainda, a capacidade de mistura e ensaque de fertilizante de 1,5 milhão de toneladas para 2,2 milhões de toneladas de fertilizantes por ano. O objetivo é atender o mercado nos próximos 25 anos, contemplando os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e parte do Paraguai. Ele consiste em duas fábricas para produção de fosfatados e NPK, uma planta de acidulação, uma planta de granulação e uma unidade industrial misturadora de fertilizantes. Píer próprio e ligação com o modal ferroviário para carga e descarga de matérias-primas e o transporte de produtos são outros diferenciais da unidade.

Atualmente, o Complexo de Rio Grande se encontra com a construção finalizada, iniciando a curva de crescimento de volume operacional, em que o volume de produção vai aumentando gradativamente até atingir a capacidade máxima da planta, o que deve ocorrer por volta de outubro deste ano.