Vinícius em verso e prosa

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O Jornal o Estado de São Paulo, o ESTADÃO, publicou nesta semana uma matéria sobre Vinicius de Moraes. O título está reproduzido acima. Eis, parte, do texto abaixo:

À primeira vista, o espetáculo Vinicius de Vida, Amor e Morte, com estreia prevista para sexta, se assemelha a outros da atual safra de musicais brasileiros. Para aqueles que resolveram dar as costas à Broadway e investir em produções nacionais, as biografias de artistas da MPB têm sido a principal fonte de inspiração. O movimento começou em 1998, quando o musical Somos Irmãs investigava a vida e as canções das irmãs Linda e Dircinha Batista, e se estende com força até hoje: o sucesso recente de Elis, a Musical, que chega a São Paulo em março, é evidência da longevidade do gênero.

A música popular, no entanto, pode se prestar a outro tipo de uso no teatro. E é isso que o diretor Dagoberto Feliz e a cia. Coisas Nossas resolvem testar em Vinicius. Nessa homenagem ao poeta e compositor, os dados biográficos ficam de lado. Ocupa o primeiro plano o processo criativo do autor. A gênese de sua poesia. Sua maneira de se relacionar com a arte, com o mundo e, especialmente, com as mulheres.

O TEXTO NA ÍNTEGRA ACESSE AQUI

Mas aproveito a oportunidade para postar um comentário:

Nesses dias de carnaval com chuva e sem sol, assisti um documentário sobre o centenário de nascimento de Vinicius de Moraes. Foi exibido na TV BRASIL. Muito bem dirigido, belos depoimentos, enfim, mostrou as grandes canções do poetinha como A Arca de Noé, A Casa, O Pato e tantas outras…Os sonetos, a poesia e as músicas de Vinícius… Tarde em Itapuã… Soneto da fidelidade, Eu sei que vou te amar por toda a minha vida…

O documentário apresenta o último show de Vinicius, realizado no Canecão com Tom Jobim, Toquinho e Miúcha, os últimos discos e seus últimos momentos.

Tem depoimentos de Toquinho, Chico Buarque, Tom Jobim, Gilda Matoso (sua última esposa), dos irmãos Hélius e Lígia, da filha Suzana de Moraes, Cristina Gurjão e depoimento de arquivo de Carlos Drummond de Andrade.

Em um dos depoimentos, tem um do Chico Buarque, que narrava uma grande festa na Embaixada brasileira em Paris onde Vinicius era o Embaixador e deram uma festa por lá onde foram consumidas 480 garrafas de vinho, imaginem. Em um determinado momento do depoimento Chico diz “ UM DETALHE: ERAM TODAS DE 1 LITRO. Esse era o Vinicius de Moraes. Eternamente Vinícius ! Salve!

Zeca Pagodinho interpretando Vinícius de Moraes/Baden Powell