Vacina: portuários terão prioridade

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Segundo o Ministério da Infraestrutura, para se vacinar, esses profissionais terão de comprovar, por meio de documentação, que integram esses grupos.

Os profissionais da área de transporte – considerados prestadores de serviços essenciais para o desenvolvimento do Brasil – foram incluídos no grupo prioritário na campanha de vacinação do Ministério da Saúde contra a Covid-19. A medida integra informe técnico do órgão publicado ontem.

De acordo com o documento, estão nessa categoria caminhoneiros, portuários (incluindo trabalhadores da área administrativa) e funcionários das companhias aéreas nacionais, de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas, de empresas brasileiras de navegação, além de motoristas e cobradores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso.

A inclusão foi comemorada pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. “Essa é uma grande noticia para nossos trabalhadores que continuaram, mesmo durante toda a pandemia, prestando um grande serviço ao nosso país. Esses profissionais terão o suporte do Governo Federal para garantir a vacinação como grupo prioritário e vamos garantir segurança e as condições que eles precisam para continuar nas estradas, portos e ferrovias”, declarou.

Segundo o Ministério da Infraestrutura, para se vacinar, esses profissionais terão de comprovar, por meio de documentação, que integram esses grupos.

Na campanha de vacinação do Ministério da Saúde considerados prioritários os trabalhadores de saúde, pessoas com 60 anos ou mais, pessoas com deficiência institucionalizadas, população indígena aldeada, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas, grupo com morbidades, funcionários do sistema carcerário, presos, pessoas em situação de rua, funcionários das forças de salvamento e segurança, forças armadas, trabalhadores da educação e pessoas com deficiência permanente grave.

Tripulantes

Entidades que prestam assistência a marítimos estrangeiros que vêm ao Porto de Santos pediram, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a à Autoridade Portuária de Santos, a inclusão de tripulantes entre os profissionais a serem incluídos nos grupos prioritários de vacinação contra a covid-19. Desde março, quando começou a pandemia no País, os profissionais de outros países não são autorizados a deixar os navios para evitar contaminações. Inicialmente, o temor era de que o vírus chegasse ao Brasil a bordo das embarcações, o que não ocorreu.