Praticagem rebate valores propostos para o setor

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O presidente da Praticagem de São Paulo, Paulo Sérgio Barbosa, concede entrevista coletiva à imprensa nesta quarta-feira, dia 15, às 12 horas, para apresentar o documento que será enviado à Comissão Nacional para Assuntos de Praticagem (Cnap). Nele, a Praticagem contesta, a partir de estudos, a tabela de preços proposta pela Cnap, que, caso seja mantida, colocará em risco o exercício da atividade dos práticos, essencial para a segurança da navegação, para a atividade portuária e para o comércio exterior brasileiro.

Em dezembro de 2013, a Cnap divulgou os valores máximos para o serviço de praticagem no País sem considerar os parâmetros da atividade nos diferentes portos brasileiros, e convocou consulta pública sobre o tema, cujo prazo se encerra nesta quarta-feira.

Ricardo Falcão, presidente da Conapra, a entidade do setor, critica a proposta de reduzir em até 80% os valores hoje cobrados, inviabilizando as empresas de praticagem, que empregam cerca de 12 mil funcionários diretos e indiretos. “Afirmam que somos um dos principais responsáveis pelos altos custos portuários no Brasil”, diz Falcão. “Na verdade, a praticagem representa apenas 2,5% das despesas totais.”