Por que amamos tanto a Seleção

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por RODRIGO TURRER E JOÃO GABRIEL DE LIMA, COM VINICIUS GORCZESKI

A cena eletrizou o Brasil e emocionou o mundo. Antes do jogo entre Brasil e México pela fase de grupos da Copa das Confederações, os jogadores da Seleção e a torcida no estádio Castelão, em Fortaleza, começam a cantar o Hino Nacional. Pelo regulamento da Fifa, os hinos podem durar no máximo 90 segundos. Por isso, a gravação que acompanha o canto é interrompida logo depois do “Ó Pátria amada, idolatrada, salve, salve…”. Neste momento, as câmeras de TV mostram o rosto do jogador Thiago Silva, capitão da Seleção Brasileira. Ele está de olhos fechados e, como se não notasse a interrupção, continua a cantar: “Brasil, de um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esperança à terra desce…”. A câmera se afasta e revela que ele não é o único. Todos os outros jogadores cantam a capela e também os quase 60 mil torcedores.

Só param quando as notas musicais se transformam num grito (Nélson Rodrigues diria “um brado retumbante”): “Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil…”. Ao final, todos explodem em aplausos. “Nunca vi nada igual em minha vida”, disse depois do jogo o árbitro Howard Webb. Três anos antes, ele apitara a final da Copa de 2010. “Mesmo sendo inglês, fiquei emocionado com o hino brasileiro.” O hino a capela se tornou a marca da torcida brasileira na Copa das Confederações, até a vitória final, contra a Espanha, em que o coro atingiu o tamanho do Maracanã – 75 mil pessoas.

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