Descarte irregular de lixo prejudica funcionamento das casas de bombas

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Material fica preso às grades e atrapalha escoamento da água. Equipes da Prefeitura ficam de plantão no local retirando este material permanentemente.

Para auxiliar no escoamento das fortes chuvas previstas para hoje na cidade as quatro casas de bombas do município ((Salgado Filho, Ipiranga, Barroso e Acácia Riograndense) estão acionadas pela Prefeitura desde a madrugada desta quarta-feira, 27. Mesmo funcionando a pleno, houve pontos de alagamentos na cidade, tanto pelo volume alto de chuva que caiu (31,8 mm), quanto pelo entupimento por lixo, nas bocas de lobo.

As bombas funcionam através de um sistema de sucção, auxiliando no escoamento do acumulado de águas deixado pela chuva nas ruas. Elas bombeiam esta água e a devolvem a um canal. Ao realizar a sucção das águas, junto com ela vem o lixo que está descartado de forma irregular nas ruas do município. Nas casas de bombas existem grades de proteção para reter estes objetos, mas, a depender do tamanho, muitos deles podem atravessar a proteção.

Além disto, o acúmulo do lixo junto às grades prejudica a própria passagem da água para o escoamento, e é preciso que as equipes permaneçam de prontidão para retirar o lixo ali acumulado, conforme explica o secretário de Infraestrutura: “Esse material, alguém fica o tempo inteiro retirando ele dali. Veio muito sujeira com a água, e isso dificulta bastante o processo de escoamento. Somado a isto o volume de precipitação de chuva, que foi muito maior do que o esperado, por isto os alagamentos”, argumentou Marlon Nunes.

A Prefeitura do Rio Grande tem equipes que realizam, diariamente, a limpeza das vias na cidade. Até o final do ano passado, a média diária de recolhimento de lixo descartado irregularmente nas ruas era de 60 toneladas/ ao dia. O Executivo Municipal pede à população que não descarte lixo em local indevido, pois, além de entupir as bocas de lobo e serem prejudiciais à saúde da própria população, também danificam as máquinas de escoamento das casas de bombas.

Fonte: Assessoria de Comunicação/PMRG / Fotos: SMI/PMRG