Ataque a sauditas é espécie de 11 de Setembro para o petróleo, diz chefe da ANP

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Para analistas, a disparada do preço do petróleo será um teste para a autonomia da Petrobras para definir os preços dos combustíveis em momentos de crise.

O diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), Décio Fabricio Oddone da Costa, disse nesta segunda (16) que os ataques a refinaria na Arábia Saudita, no último sábado (14), são uma espécie de “11 de setembro” do mercado de petróleo, com potencial para elevar a sensação de risco sobre o setor.

Oddone avalia, porém, que a alta nas cotações internacionais é favorável para o desenvolvimento das reservas brasileiras. A ANP realiza nos próximos meses três leilões de áreas petrolíferas, incluindo o megaleilão do pré-sal, com bônus de assinatura de R$ 106 bilhões.

“Do ponto de vista do risco, o evento de sábado pode ser considerado uma espécie de 11 de setembro do mercado do petróleo. Depois dele, a sensação de risco aumentará”, afirmou, referindo-se à data do ataque terrorista às torres gêmeas, em Nova York.

O diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), Décio Fabricio Oddone da Costa, disse nesta segunda (16) que os ataques a refinaria na Arábia Saudita, no último sábado (14), são uma espécie de “11 de setembro” do mercado de petróleo, com potencial para elevar a sensação de risco sobre o setor.

Oddone avalia, porém, que a alta nas cotações internacionais é favorável para o desenvolvimento das reservas brasileiras. A ANP realiza nos próximos meses três leilões de áreas petrolíferas, incluindo o megaleilão do pré-sal, com bônus de assinatura de R$ 106 bilhões.

“Do ponto de vista do risco, o evento de sábado pode ser considerado uma espécie de 11 de setembro do mercado do petróleo. Depois dele, a sensação de risco aumentará”, afirmou, referindo-se à data do ataque terrorista às torres gêmeas, em Nova York.